Tuesday, July 15, 2003
Anseio por ver-te,
Sentir-te,
Por ter-te dentro de mim!...
Ah, como quero perder-me
Em ti!
Naquilo que representa,
Naquilo que depertate em mim!...
Quero perder-te no teu braço,
No teu beijo,
Como o sabor a saudade...
Quero amar-te para sempre,
Ter eternamente este sentimento
Tão belo dentro de mim!
Sentir-te,
Por ter-te dentro de mim!...
Ah, como quero perder-me
Em ti!
Naquilo que representa,
Naquilo que depertate em mim!...
Quero perder-te no teu braço,
No teu beijo,
Como o sabor a saudade...
Quero amar-te para sempre,
Ter eternamente este sentimento
Tão belo dentro de mim!
Monday, July 14, 2003
Anseio por ver-te,
Sentir-te,
Por ter-te dentro de mim!...
Ah, como quero perder-me
Em ti!
Naquilo que representa,
Naquilo que depertate em mim!...
Quero perder-te no teu braço,
No teu beijo,
Como o sabor a saudade...
Quero amar-te para sempre,
Ter eternamente este sentimento
Tão belo dentro de mim!
Sentir-te,
Por ter-te dentro de mim!...
Ah, como quero perder-me
Em ti!
Naquilo que representa,
Naquilo que depertate em mim!...
Quero perder-te no teu braço,
No teu beijo,
Como o sabor a saudade...
Quero amar-te para sempre,
Ter eternamente este sentimento
Tão belo dentro de mim!
Gaia, 15:40
I want to fly away with you,
To somewhere in time,
Somewhere in place...
Just me,
You
And the abense of pain...
The only feeling alive
Would be
Love,
Warmth and
Eternity!
I want to fly away with you,
To somewhere in time,
Somewhere in place...
Just me,
You
And the abense of pain...
The only feeling alive
Would be
Love,
Warmth and
Eternity!
Poder ser o amor, a vida, o desejo!
Nao sei! Apenas posso ser alguém,
voar na imaginaçao da paixão sem fraquejo,
para nestas palavras me refugiar e recordar o sabor do teu doce beijo.
Uma pequena homenagem para o meu AMOR:
E a Morte Perderá o seu Domínio
E a morte perderá o seu domínio.
Nus, os homens mortos irão confundir-se
com o homem no vento e na lua do poente;
quando, descarnados e limpos, desaparecerem os ossos
hão-de nos seus braços e pés brilhar as estrelas.
Mesmo que se tornem loucos permanecerá o espírito lúcido;
mesmo que sejam submersos pelo mar, eles hão-de ressurgir;
mesmo que os amantes se percam, continuará o amor;
e a morte perderá o seu domínio.
E a morte perderá o seu domínio.
Aqueles que há muito repousam sobre as ondas do mar
não morrerão com a chegada do vento;
ainda que, na roda da tortura, comecem
os tendões a ceder, jamais se partirão;
entre as suas mãos será destruída a fé
e, como unicórnios, virá atravessá-los o sofrimento;
embora sejam divididos eles manterão a sua unidade;
e a morte perderá o seu domínio.
E a morte perderá o seu domínio.
Não hão-de gritar mais as gaivotas aos seus ouvidos
nem as vagas romper tumultuosamente nas praias;
onde se abriu uma flor não poderá nenhuma flor
erguer a sua corda em direcção à força das chuvas;
ainda que estejam mortas e loucas, hão-de descer
como pregos as suas cabeças pelas margaridas;
é no sol que irrompem até que o sol se extinga,
e a morte perderá o seu domínio.
Nao sei! Apenas posso ser alguém,
voar na imaginaçao da paixão sem fraquejo,
para nestas palavras me refugiar e recordar o sabor do teu doce beijo.
Uma pequena homenagem para o meu AMOR:
E a Morte Perderá o seu Domínio
E a morte perderá o seu domínio.
Nus, os homens mortos irão confundir-se
com o homem no vento e na lua do poente;
quando, descarnados e limpos, desaparecerem os ossos
hão-de nos seus braços e pés brilhar as estrelas.
Mesmo que se tornem loucos permanecerá o espírito lúcido;
mesmo que sejam submersos pelo mar, eles hão-de ressurgir;
mesmo que os amantes se percam, continuará o amor;
e a morte perderá o seu domínio.
E a morte perderá o seu domínio.
Aqueles que há muito repousam sobre as ondas do mar
não morrerão com a chegada do vento;
ainda que, na roda da tortura, comecem
os tendões a ceder, jamais se partirão;
entre as suas mãos será destruída a fé
e, como unicórnios, virá atravessá-los o sofrimento;
embora sejam divididos eles manterão a sua unidade;
e a morte perderá o seu domínio.
E a morte perderá o seu domínio.
Não hão-de gritar mais as gaivotas aos seus ouvidos
nem as vagas romper tumultuosamente nas praias;
onde se abriu uma flor não poderá nenhuma flor
erguer a sua corda em direcção à força das chuvas;
ainda que estejam mortas e loucas, hão-de descer
como pregos as suas cabeças pelas margaridas;
é no sol que irrompem até que o sol se extinga,
e a morte perderá o seu domínio.